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Acupuntura Sistêmica (Tradicional)

Atualmente a acupuntura dispensa apresentações, definições e indicações quando o assunto é o ocidente, onde sua existência e atuação tem assumido proporções cada vez maiores, e num ritmo tão intenso quanto é possível em nosso contexto cultural. Mas nem sempre foi assim. Até pouco tempo atrás era considerada algo exótico, completamente estranho para nós, nativos do hemisfério esquerdo do planeta, que já chegamos a confundi-la até mesmo com bruxaria, vodu, ou algo que os valha.

 

Contudo, vale uma breve explicação. Nascida na China há 5000 anos, as vantagens desta terapêutica são as mais diversas. Para começar, não causa efeitos colaterais, se devidamente aplicada, prescinde de medicamentos e aparelhagem sofisticada, e considera o ser humano como um todo indivisível. Além disso, a acupuntura trata, reduz e cura muitas doenças, que para os chineses, em linhas gerais, são entendidas simplesmente como desequilíbrio energético entre as forças originais yin e yang. Estas, por sua vez, são classificadas a partir da filosofia taoista e segundo a mesma estão em todas as coisas e fenômenos do universo.

 

São muitas as indicações terapêuticas da acupuntura – acus: agulha; punctura: espetar; ‘espetar com agulhas’ -, mas é possível fazer aqui um rápido e genérico levantamento: dores de todos os tipos (cabeça, articulações, coluna etc), distúrbios do sono, da menstruação, da digestão, transtornos de humor, doenças crônicas e agudas, viroses, depressão, pânico e muitos outros exemplos. Sua aplicação consiste na inserção, milimétrica, de finas agulhas em pontos onde se concentram a energia vital, fazendo-a fluir suave e livremente em nosso organismo, através dos canais de energia, nos mantendo saudável ou ativando nossa própria força curadora em casos de doenças já instaladas.

 

Desde que chegou até nós, em meados do séc XX, essa técnica milenar foi paulatinamente despertando o interesse de diversos setores, tanto de clientela usuária quanto de pessoas interessadas e dispostas a estudá-la e praticá-la. Os acupunturistas amiúde são profissionais da área de saúde que se valem da técnica ora como complemento de suas atividades de costume, ora isoladamente como tratamento de escolha. Também há um grande contingente de acupunturistas cuja formação de origem não é na área de saúde, além de outros sem nível superior, os técnicos, que se tornam exímios profissionais da área, não havendo restrições do ponto de vista legal para tanto.

 

Em mãos competentes, a acupuntura configura um procedimento seguro, sendo raríssimas suas complicações e contra-indicações.  A aplicação da acupuntura requer vigilância constante por parte dos profissionais e rigor nos procedimentos de limpeza e técnica asséptica. É válido ressaltar que, especialmente após o advento da AIDS, predomina entre os acupunturistas a prática de descartar as agulhas após cada aplicação, até porque seu custo é baixíssimo, não justificando a reutilização das mesmas. 

Shiatsu

Shiatsu é uma expressão japonesa que significa “pressão de dedos” e cujo significado transcende em várias esferas seu conceito literal. Surgido há aproximadamente cinco mil anos, na China, e em seguida aprimorado no Japão, o shiatsu atravessa os tempos fiel ao preceito de prevenir e tratar doenças de maneira simples, agradável e eficaz, além de, como conseqüência, produzir bem estar e felicidade entre seus usuários.

 

No Japão, lugar em que foi mais difundido e aperfeiçoado, praticamente cada família, ou clã, desenvolvia seu próprio estilo de shiatsu, tendo produzido assim inúmeras formas de aplicação da técnica. Algumas destas se tornaram mais conhecidas e ganharam o mundo. Atualmente é bastante conhecido e utilizado no ocidente, onde alguns estilos de aplicação da técnica chegaram mesmo a conquistar fama e notoriedade. É muito provável que isso se deva à sua natureza simples, eficaz no tratamento e prevenção de doenças de forma natural e, certamente, devido ao bem estar e relaxamento profundos que proporciona.

 

Assim como a acupuntura, a fitoterapia chinesa e outros recursos terapêuticos que integram a medicina tradicional chinesa, o shiatsu está embasado na teoria das polaridades universais yin e yang e é aplicado sobre os mesmos canais de energia, ou meridianos, em que são aplicadas as agulhas de acupuntura. A diferença primordial, grosso modo, é que na acupuntura, através da inserção de finas agulhas,  são estimulados pontos específicos onde se concentram a energia vital, e estes mesmos pontos estão localizados ao longo dos canais de energia, ou meridianos, que ficam localizados ao longo de todo o corpo e sobre os quais o shiatsu age de forma generalizada, através da ‘pressão de dedos’ mencionada anteriormente.

 

Quem pode aplicar o shiatsu? Em tese qualquer pessoa pode aplicar shiatsu, independentemente de seu nível de escolaridade. O que é fundamental no caso dos shiatsuterapeutas é que tenham tido uma boa formação, com professor (es) competentes, e que, além disso, faça parte de sua formação como profissional, um período relativamente longo de prática voluntária, para que possa desenvolver suas habilidades antes de começar a cobrar pelos tratamentos. Em nossa escola o parâmetro preconizado é que os alunos formados por nós realizem cem atendimentos antes da atuação profissional, ou antes que passem a cobrar pelo tratamento. Isso é importante para que aprimorem a prática do shiatsu, que apesar de simples requer empenho e dedicação para, entre outras coisas, evitar distorções em seu conceito. Um engano comum é confundir shiatsu com massagem, o que limita muito seu real significado. Shiatsu é um tratamento de saúde completo, que induz o próprio organismo a reequilibrar-se e, como todo tratamento de saúde, deve ser aplicado com perícia e responsabilidade.

Auriculoterapia

A auriculoterapia é um microssitema utilizado para tratamento de saúde que deriva da acupuntura. Ou seja, enquanto esta se vale do estímulo de pontos distribuídos ao longo de todo o corpo, aquela atua exclusivamente sobre a orelha, daí o nome ‘auriculoterapia’. Surgiu na China há milhares de anos, e hoje se encontra bastante difundida também no Ocidente. O pavilhão auricular representa todo nosso organismo, com suas funções, órgãos e demais estruturas, como ossos, sistema nervoso, músculos e tendões, entre outras. Através de estímulos de pontos específicos nesta pequena área de nosso corpo, é possível promover o equilíbrio entre corpo e mente, tratar e muitas vezes curar desequilíbrios (doenças) já instalados, bem como prevenir diversos males.

 

Sua significativa eficácia vem atraindo o interesse de terapeutas e pacientes ao redor do mundo, de modo que hoje figura como o microssistema mais conhecido e estudado da medicina tradicional chinesa. Os estímulos podem ser realizados através de diversos materiais, como agulhas apropriadas à técnica (as da imagem acima são agulhas sistêmicas, do mesmo tipo que se utiliza no corpo, que neste caso são usadas apenas durante a sessão de tratamento, sendo retiradas imediatamente após a mesma. As agulhas de auriculoterapia, por sua vez, são minúsculas, e não sobressaem à pele após inseridas), sementes de vacária ou mostarda, moxa (calor sobre os pontos), laser etc. Pode ser usada isoladamente ou em conjunto com a acupuntura.

 

Porém, vale ressaltar que o estímulo produzido na orelha é contínuo, pois o paciente vai para casa, geralmente, com agulhinhas apropriadas ou sementes, fixadas à orelha por adesivos (esparadrapos), ali permanecendo por aproximadamente uma semana, tempo este em que o estímulo é feito de modo ininterrupto. Por isso, como já foi mencionado anteriormente, pode ser feita como terapia de escolha, já de comprovada eficácia em diversos casos, ou em conjunto com a acupuntura, caso em que potencializa os efeitos desta.


Quem pode praticar auriculoterapia? Qualquer pessoa, desde que tenha interesse, podendo então estudá-la em profundidade e aplicar esse conhecimento em consultório particular e/ou em benefício da saúde pública em programas existentes - ou que possam vir a existir -, como por exemplo nos segmentos municipal e estadual. No Instituto Acus Natus, os alunos egressos dos cursos que a Instituição promove, podem reforçar e aprimorar essa prática em trabalho voluntário com pacientes de baixa renda comprovada, através do Projeto Acupuntura para Todos (colocar hiperlink do PAT aqui). Também podem ser voluntários os auriculoterapeutas oriundos de outros cursos, bastando para isso se comprometer com a proposta e fazer seu cadastramento no Projeto.

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Instituto Acus Natus

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​©2018 criado por Entre Pontos Comunicação | Textos por: Sheila Parvati